Mês: janeiro 2019

10 LIVROS QUE ESTRAGARAM O MUNDO

Socrates, O filósofo que viveu na Grécia em 399 a.C., ao ministrar suas aulas, o fazia a céu aberto e sem o apoio de qualquer palavra escrita, bem como, ao morrer, não deixou nada escrito sobre seus pensamentos. Assim como Sócrates, Jesus Cristo  também transmitia as suas ideias oralmente e jamais escreveu uma única palavra dos seus ensinamentos. Oral ou escritas, não importa a forma, as ideias têm o poder de transformar tudo o que ela alcança. Entretanto há ideias que foram extremamente perigosas e que causaram grandes estragos à humanidade. Estas ideias ,imortalizadas pela invenção de Gutemberg (1468), fazem parte do acervo das piores obras da humanidade e que, assim, são livros que causaram grandes danos ao mundo. Estes livros foram catalogados e criticados pelo teólogo e escritor Benjamim Wiker no seu livro  “10 Livros que Estragaram o Mundo” e mais cinco que, segundo o autor, não ajudaram em nada.

O VERDADEIRO CHE GUEVARA – e os idiotas úteis que o idolatram

“Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar movida apenas pelo ódio.”  Assim, o  cubano Humberto Fontova, com esta declaração do camarada Che, ídolo da Esquerda Caviar, como apropriadamente chamara Rodrigo Constantino àqueles  progressistas que idolatram o assassino Che Guevara, começa em seu livro “O Verdadeiro Che Guevara” a revelação sobre a personificação do mal chamada Ernesto Che Guevara – um falso mito construído á custa de milhares de cadáveres, vítimas da sua personalidade psicopata.

DISCURSO DA SERVIDÃO VOLUNTÁRIA

Entre 1546 e 1548, o jovem francês Étienne de La Boétie, amigo e protegido de Michel de Montaigne, escreveu o seu Discurso da Servidão Voluntária. Neste, La Boétie fez um manifesto sobre a forma como o povo, voluntariamente, entregava a sua liberdade ao governante, que na maioria das vezes os oprimia à beira da escravidão ao submetê-lo às suas tiranias em troca de uma suposta proteção. Ele acreditava que o seu discurso tiraria o povo da sujeição e o conduziria à luta pacífica pela liberdade, ao clamar: “sede resolutos em não querer servir mais e sereis livres”.

O TRABALHO INTELECTUAL

No livro O Trabalho Intelectual de Jean Guitton, vamos encontrar uma elegante didática e ampla reflexão sobre o labor intelectual de quem se arroga a sublime arte de pensar e escrever. Não se trata de um método ou uma enumeração lógica de técnicas de como melhor produzir um conteúdo literário, mas tão somente, apresentar ao caro leitor a nobreza e a labuta do pensamento superior quando transposto para a escrita. Apesar das considerações de Jean Guitton estarem voltadas para literatura, aplicam-se bem à toda uma gama de conhecimento humano. Isto faz deste estupendo livro uma significante homenagem ao saber.