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Sociedade
Na visão do psicólogo e fundador da terceira escola vienense de psicoterapia (logoterapia e análise existencial) Viktor Frankl(1905-1997) cujas piores experiências de vida as conheceu como prisioneiro nos campos de concentração nazista utilizou-se dessas experiências para escrever o livro O Sofrimento de uma vida sem sentido e que mostra que é mais que uma questão de escolhas individuais. Nessa obra, Frankl examina acerca do sofrimento humano e do significado e sentido para a vida. Destarte, o psiquiatra busca respostas para o sofrimento e sugere caminhos para encontrar razões para viver, ao mesmo tempo que critica a relação médico e paciente dentro da psicologia e da psicanálise.
No livro Como as Democracias Morrem, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt advertem sobre os riscos à democracia quando candidatos despreparados disputam o mais alto cargo de uma nação. Os autores asseguram que estes candidatos são tomados por sentimentos de justiça social, mas que sem nenhuma experiência política, representam uma ameaça à democracia, vez que desconhecem todo o processo político que envolve o cargo que exercerão se vencedores. Para os autores, eles são fortes candidatos a se converterem em demagogos após se tornarem governantes. Neste caso, a democracia é assassinada pelo próprio instrumento que a legitimara, ou seja, o sufrágio universal. Estas pessoas, segundo os autores, são os “outsiders”, termo que na política americana significa aqueles que não têm experiências no exercício político ou simplesmente, novatos.
Entre as poucas certezas da vida, há uma que afirma que todos nós vamos um dia precisar pelo menos de um médico ou de um advogado. Nas mãos…
Socrates, O filósofo que viveu na Grécia em 399 a.C., ao ministrar suas aulas, o fazia a céu aberto e sem o apoio de qualquer palavra escrita, bem como, ao morrer, não deixou nada escrito sobre seus pensamentos. Assim como Sócrates, Jesus Cristo também transmitia as suas ideias oralmente e jamais escreveu uma única palavra dos seus ensinamentos. Oral ou escritas, não importa a forma, as ideias têm o poder de transformar tudo o que ela alcança. Entretanto há ideias que foram extremamente perigosas e que causaram grandes estragos à humanidade. Estas ideias ,imortalizadas pela invenção de Gutemberg (1468), fazem parte do acervo das piores obras da humanidade e que, assim, são livros que causaram grandes danos ao mundo. Estes livros foram catalogados e criticados pelo teólogo e escritor Benjamim Wiker no seu livro “10 Livros que Estragaram o Mundo” e mais cinco que, segundo o autor, não ajudaram em nada.
Da fundação da União Européia aos dias atuais, o livro Europa em Transição, do jovem historiador, filósofo e atualmente analista das políticas da União Européia, Luuk Van Middelaar, explica como a União Europeia tornou-se a própria Europa. Middelaar demonstra porque os diversos temas discutidos na União Europeia influenciam as políticas econômicas e sociais em todo o mundo. O livro vai além das questões geopolíticas do ocidente.