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Fé e ceticismo na política se encontram em lados opostos. Isto porque na política, a fé no sentido de governar, representa a crença de que o governo é capaz de realizar os sonhos dos indivíduos e conduzi-los à felicidade total. Desta maneira, o governo da fé acredita que é o salvador dos seus súditos e que tem o dever cósmico de cuidar e controlar cada passo da vida das pessoas. Por outro lado o governo do cético não tem a crença de que é possível resolver os problemas de todos. Este sabe o seu lugar e seus limites. Acredita que não é o salvador da pátria e que a felicidade do indivíduo é mais fruto dos seus méritos, diante da igualdade de oportunidades, que a ajuda das mãos generosas do governo. De fato, intervém menos e cria as condições para que as pessoas desenvolvam e busquem a sua felicidade. Diante disso, fé e ceticismo não são dois lados da mesma moeda – ou se tem a crença na responsabilidade de salvação da humanidade ou se aceita as imperfeições humanas e se acredita que a vida é conduzida por uma série de fatos que não cabe ao governo se intrometer.
Em 1791, na França em revolução, uma mulher ousou desafiar o establishment da época e foi levada ao cadafalso para ser guilhotinada por aqueles de deveriam ser…
Martin Heidegger, Hannah Arendt, Carl Schmitt, Walter Benjamin, Kojeve, Foucault e Derrida. O que essas pessoas tinham em comum além do fato de que todas elas fizeram alguma revolução no pensamento ocidental? Em A Mente Imprudente, livro de autoria de Mark Lilla, autor de outra obra sobre o pensamento reacionário, A Mente Naufragada, demonstra que as ideias desses intelectuais possuem vínculos com ideais totalitários: revestem as ações dos tiranos com vernizes filosóficos; fazem discursos ideológicos em defesa das utopias ao negar as obviedades de uma realidade que condena todos ao inferno.
Já faz algum tempo que a esquerda equilibra-se na beira do precipício. Os velhos discursos de “libertação” e “justiça social” tropeçam nas suas retóricas vulgarizadas por um espírito autocomplacente, apelativo e nada convincente. Os seus intelectuais de hoje ocultam-se nas sombras das ideias e dos fetiches dos seus ídolos redentores da humanidade: Deluze, Marcuse, Sartre, Foucault, Harbermas, Althuser, Adorno, Camus, Gramsci, Lukàc, em fim, uma legião de “iluminados” e suas promessas da salvação pelo socialismo exatamente como revelado pelo filósofo Roger Scruton em seu livro Pensadores da Nova Esquerda.
Em A Mente Naufragada, o espírito reacionário difere e muito do conservador. Mas é irmão gêmeo da esquerda revolucionária e a sua cartilha de libertação e “justiça social”. Nesta obra, Mark Lilla explica que não podemos confundir o reacionário com o conservador e o revolucionário. Partindo da análise das ideias de três pensadores do século XX – Franz Rosenzweig, Eric Voegelin e Leo Strauss -, Lilla investiga a mente reacionária.
A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, livro de cabeceira do deputado Jair Bolsonaro, segundo o próprio, revela a luta contra-revolucionária dos militares no período da ditadura no Brasil para acabar com as ações terroristas de diversos grupos de esquerda que tinham o propósito de implantar o comunismo no Brasil através da luta armada. Livro de autoria do falecido Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel do Exército Brasileiro e ex-chefe do DOI-CODI, mostra o outro lado da moeda e desmonta a imagem que a esquerda construiu sobre o período da Ditadura Militar no Brasil.
O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, livro de autoria do filósofo e professor Olavo de Carvalho, causou a mesma perplexidade quando Olavo de Carvalho publicou o seu primeiro grande trabalho: O Imbecil Coletivo I (1996).
Durante anos sob ataque principalmente da esquerda, hoje está comprovado que suas críticas e observações sobre os caminhos que o Brasil trilhava com a anuência do provo brasileiro estavam corretíssimas. Olavo de Carvalho é o profeta vivo que previu com data e hora tudo que está acontecendo com o nosso país: seja na economia, na política e na sociedade em geral.