Tag: FilosofiaPágina 3 de 3
Martin Heidegger, Hannah Arendt, Carl Schmitt, Walter Benjamin, Kojeve, Foucault e Derrida. O que essas pessoas tinham em comum além do fato de que todas elas fizeram alguma revolução no pensamento ocidental? Em A Mente Imprudente, livro de autoria de Mark Lilla, autor de outra obra sobre o pensamento reacionário, A Mente Naufragada, demonstra que as ideias desses intelectuais possuem vínculos com ideais totalitários: revestem as ações dos tiranos com vernizes filosóficos; fazem discursos ideológicos em defesa das utopias ao negar as obviedades de uma realidade que condena todos ao inferno.
Em A Mente Naufragada, o espírito reacionário difere e muito do conservador. Mas é irmão gêmeo da esquerda revolucionária e a sua cartilha de libertação e “justiça social”. Nesta obra, Mark Lilla explica que não podemos confundir o reacionário com o conservador e o revolucionário. Partindo da análise das ideias de três pensadores do século XX – Franz Rosenzweig, Eric Voegelin e Leo Strauss -, Lilla investiga a mente reacionária.
Arte e Imaginação, livro do filósofo britânico Roger Scruton sobre a arte e a estética. Esta obra Roger Scruton dedica ao estudo da Estética e a Arte como uma filosofia da mente.
A Arte de Ter Razão, pequeno tratado que contém 38 estratagemas do filósofo prussiano do século XVIII Arthur Schopenhauer. O autor apresenta as estratégias para se vencer debates de ideias em que o objetivo não é a verdade, mas a vitória a qualquer custo. Daí o título: a arte de ter razão.
Uma Filosofia Política, eis aqui uma sintetização dos pensamentos de Roger Scruton, mais filósofo, mais político. Scruton é autor de várias obras. Já escreveu sobre o pessimismo, transformou…
Quando a angústia chega sorrateira, a alma perde o vigor. O sentimento que volita o universo do filósofo André Conte-Sponville, encontra-se em seu livro: Bom Dia Angústia. Essa saudação à angustia, representa o sentimento de mergulho no precipício que causa a revolução em redemoinhos de medos, ressentimentos, amargura, dor e sofrimento; que nos faz sentir vazios e íntimos da morte cuja foice, angústia, nos aguarda. “Navegar é preciso, viver não é preciso”, o aforismo do general romano Pompeu (70 a.C.), imortalizado nos versos do poeta português Fernando Pessoa, traduz com simplicidade a difícil empresa humana de viver diante dos desafios dos mares bravios da vida. A fonte da angústia!
O livro Vigiar e Punir é uma das mais importantes obras do filósofo francês Michel Foucault (1926-1984). O livro é um estudo sobre os problemas do sistema prisional…